Moro em uma metrópole. Vivo na maior cidade da América do Sul. São Paulo é uma cidade que encanta e põe medo. Sou cristão e busco servir a Deus com todo coração e me sinto muito desafiado a cada dia que passa.
Saio de casa em paz, tento não me estressar com o excesso de carros nas vias, dentre os quais o meu também se inclui. Mas de uma hora para outra, alguém me corta. Fico em paz, respiro fundo. Logo após, outro carro quase tira meu retrovisor e entra na minha frente. Tudo bem, tudo bem... Mas o mesmo carro agora está na minha frente e se demora em entrar num cruzamento... Um segundo a mais, minha mão sufoca a buzina. O outro condutor põe as mãos para fora e acena. Minha vontade é de passar por cima dele...
Como pode? Como eu me transformo tão rápido? Minha atitude me assusta...
Continuo conduzindo e agora estou pensativo. Mesmo assim ainda sou cristão. Estou buscando servir a Deus e persevero em ser apenas um servo. Continuo minha vida em São Paulo. Sei que Deus ama esta cidade. Há um propósito de tudo isto estar acontecendo.
Haverá uma grande colheita neste lugar. Deus será o deus desta cidade!!!
Quanto a mim, procuro aprender com meus erros. Deus só será conhecido se eu me tornar desconhecido e não buscar me impor. Deus será conhecido quando pessoas como eu, deixarem de marcar negativamente a sociedade com atitudes impensadas e decidirem abrir mão de tudo em favor do Evangelho.
Que Venha o Teu Reino!!!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 6 de setembro de 2009
Macacos curtem Heavy Metal!!!
Um estudo americano constatou que macacos também podem ser metaleiros. Em uma pesquisa publicado na revista Biology Letters, da Royal Society Journal, saguis-cabeça-de-algodão foram submetidos a uma série de músicas, desde clássica até jazz. De todas elas, as únicas que conseguiram acalmar os bichanos foram as da banda Metallica.
O experimento foi conduzido pelo psicólogo Charles Snowdown, da Universidade de Wisconsin-Madison, e pelo músico David Teie, que toca violoncelo na Orquestra Sinfônica Nacional. Para o estudo, os pesquisadores fizeram os saguis escutarem músicas de Bach, Led Zeppelin, Miles Davis, entre outros.
A conclusão é que macacos interpretam os sons de uma maneira diferente dos humanos. "Estranhamente, a única resposta que tiveram a diversas amostras de músicas foi uma resposta calma à banda de heavy-metal Metallica", disse Snowdown à publicação, segundo reportagem do jornal Daily Telegraph.
O psicólogo explica que a fala das pessoas não expressa necessariamente o estado emocional delas. "Quando acrescendo elementos extras, mudo o tom da voz, o ritmo, a altura ou velocidade, é onde está o conteúdo emocional". Ele deu o exemplo de bebês humanos, que também são capazes de interpretar diferentes tons e alturas de voz.
"Aprovação tem um tom crescente e tranquilização tem um tom decrescente. Adicionamos atributos musicais ao discurso para influenciar o estado afetivo de um bebê", afirma. "A voz, o padrão de entonação, a musicalidade, podem ser mais importantes do que palavras".
O experimento foi conduzido pelo psicólogo Charles Snowdown, da Universidade de Wisconsin-Madison, e pelo músico David Teie, que toca violoncelo na Orquestra Sinfônica Nacional. Para o estudo, os pesquisadores fizeram os saguis escutarem músicas de Bach, Led Zeppelin, Miles Davis, entre outros.
A conclusão é que macacos interpretam os sons de uma maneira diferente dos humanos. "Estranhamente, a única resposta que tiveram a diversas amostras de músicas foi uma resposta calma à banda de heavy-metal Metallica", disse Snowdown à publicação, segundo reportagem do jornal Daily Telegraph.
O psicólogo explica que a fala das pessoas não expressa necessariamente o estado emocional delas. "Quando acrescendo elementos extras, mudo o tom da voz, o ritmo, a altura ou velocidade, é onde está o conteúdo emocional". Ele deu o exemplo de bebês humanos, que também são capazes de interpretar diferentes tons e alturas de voz.
"Aprovação tem um tom crescente e tranquilização tem um tom decrescente. Adicionamos atributos musicais ao discurso para influenciar o estado afetivo de um bebê", afirma. "A voz, o padrão de entonação, a musicalidade, podem ser mais importantes do que palavras".
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Nossa Missão: Atrair multidões onde, no contexto de células que se multiplicam anualmente, cada pessoa seja cuidada através do discipulado um a um.
