
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A Caravana da Vida
Lucas 7
11 E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão;
12 E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
13 E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
14 E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.
15 E entregou-o a sua mãe.
16 E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.
Olhe bem o cenário: de uma cidade de Israel estava a sair um cortejo fúnebre. O corpo que repousava num caixão feito artesanalmente era o filho único de uma mulher tremendamente abalada, pois ela já era uma viúva. Se já estava difícil sua vida naqueles dias não tendo a proteção nem respaldo financeiro do marido, o que seria dela agora? O pouco que tinham para viver era levantado pelo trabalho árduo do jovem. O pouco de alegria e esperança que ainda tinha estavam para ser sepultados com o filho.
O povo de sua cidade estava inconformado. Que mal teria feito esta mulher para merecer tamanho julgamento divino? Ao lado do caixão inúmeras pessoas engrossavam o coro de lamento e lágrimas. Algumas mulheres amigas da viúva haviam desmaiado. O calor era intenso. Ninguém se conformava com o acontecido!
Do lado de fora dos muros da cidade, podia se avistar outra multidão em direção oposta. Podia se ouvir vozes altas, alguns cantarolando, outros rindo e até crianças caminhando e dançando. A poeira erguida pelos passos daquela multidão festeira anunciava a chegada de uma caravana àquela cidade.
As duas multidões vão se cruzar! Há um silêncio repentino... não se ouvem mais os risos, todos se calam. Somente um pequeno murmúrio quebra o silencio. A mãe não conseguia conter as lágrimas e o lamento.
Jesus se aproxima. As pessoas olham. Os discípulos de Jesus estão com os olhos arregalados! O que ele vai fazer?
Jesus manda parar o cortejo. Hei, ele está falando com o morto! Há um grande alvoroço! O jovem se levanta! Alguns que estavam conduzindo o caixão desmaiam, outros estão paralisados.
11 E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão;
12 E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
13 E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
14 E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.
15 E entregou-o a sua mãe.
16 E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.
Olhe bem o cenário: de uma cidade de Israel estava a sair um cortejo fúnebre. O corpo que repousava num caixão feito artesanalmente era o filho único de uma mulher tremendamente abalada, pois ela já era uma viúva. Se já estava difícil sua vida naqueles dias não tendo a proteção nem respaldo financeiro do marido, o que seria dela agora? O pouco que tinham para viver era levantado pelo trabalho árduo do jovem. O pouco de alegria e esperança que ainda tinha estavam para ser sepultados com o filho.
O povo de sua cidade estava inconformado. Que mal teria feito esta mulher para merecer tamanho julgamento divino? Ao lado do caixão inúmeras pessoas engrossavam o coro de lamento e lágrimas. Algumas mulheres amigas da viúva haviam desmaiado. O calor era intenso. Ninguém se conformava com o acontecido!
Do lado de fora dos muros da cidade, podia se avistar outra multidão em direção oposta. Podia se ouvir vozes altas, alguns cantarolando, outros rindo e até crianças caminhando e dançando. A poeira erguida pelos passos daquela multidão festeira anunciava a chegada de uma caravana àquela cidade.
As duas multidões vão se cruzar! Há um silêncio repentino... não se ouvem mais os risos, todos se calam. Somente um pequeno murmúrio quebra o silencio. A mãe não conseguia conter as lágrimas e o lamento.
Jesus se aproxima. As pessoas olham. Os discípulos de Jesus estão com os olhos arregalados! O que ele vai fazer?
Jesus manda parar o cortejo. Hei, ele está falando com o morto! Há um grande alvoroço! O jovem se levanta! Alguns que estavam conduzindo o caixão desmaiam, outros estão paralisados.
A vida venceu a morte! Jesus toma as mãos do jovem e o entrega a sua mãe. Já não há mais choro nem lamentos, só risos e cânticos! A caravana da vida inundou a caravana da morte com o poder de vida em abundância!
Perguntas para discussão:
O que se espera de uma caravana onde Jesus está presente?
Você tem andado nesta vida em qual caravana? Há choro, sofrimento, falta de esperança e murmúrio em seu coração?
O que é mais fácil, rir ou chorar?
Hoje a caravana da Vida está pronta pra mudar sua história. Você quer embarcar nesta caravana? Quer aceitar a vida que só Jesus pode lhe dar?
Perguntas para discussão:
O que se espera de uma caravana onde Jesus está presente?
Você tem andado nesta vida em qual caravana? Há choro, sofrimento, falta de esperança e murmúrio em seu coração?
O que é mais fácil, rir ou chorar?
Hoje a caravana da Vida está pronta pra mudar sua história. Você quer embarcar nesta caravana? Quer aceitar a vida que só Jesus pode lhe dar?
Edificando com palha?
Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.( I Coríntios 3:11-14)
Paulo fala de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha, se referindo ao tipo de material que estamos utilizando para a obra de Deus.
Três destes materiais suportam o fogo e na verdade, após sua exposição ao fogo, saem até bem melhor do que entraram. Já outros três, não suportam o fogo e tornam-se em cinzas.
Alguns desses materiais são de fácil uso e a obra de rápida execução.
Em tudo que edificamos, Deus visa nosso aprimoramento, pois o que na verdade estamos edificando é uma morada para Ele.
Feno, madeira e palha são materiais que podem ser empregados em construções simples. São matérias bem mais baratas. Casas de pau-a-pique são facilmente levantadas, misturando-se barro ao feno para fazer as paredes, barro à palha para o telhado e madeira para as colunas. Tudo muito fácil e barato.
E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente. (Apocalipse 21:10,18-21)
Na cidade celestial, não encontraremos madeira, feno nem muito menos palha! Os fundamentos são de pedras preciosas, materiais que suportaram a pressão do fogo!
Mas por que muitos ainda tentam edificar o que é espiritual com coisas materiais? Edificar o eterno com materiais com curto prazo de vaidade? Assim é a vida daqueles que simplesmente “vão levando a vida” com Deus. Não tem coragem para investir algo de valor. Nunca pensaram em edificar com ouro, pois a palha lhes tem dado alguns resultados satisfatórios.
Observam-se então os frutos de uma geração inacreditavelmente indisposta. Crentes em Jesus indispostos a edificar algo de valor. Crentes medíocres, que vivem de aparência, que poderiam estar edificando um palácio para Deus, mas se contentam com casebres de madeira.
Seria este o modelo de vida que agrada a Deus? O que Deus pensa a respeito de toda esta indisposição humana? Com certeza este não é o estilo de vida que Deus planejou para nós.
Viver o evangelho é bem mais do que ter algumas experiências esporádicas e passar a maior parte da vida alienado ao que Deus realmente quer de sua vida, queimando somente “palha”, edificando somente com materiais baratos.
Mas se você quer viver um tempo no qual jamais sonhou, experimente colocar não palha, mas sim seu coração em chamas! Há um apelo no coração do Pai por homens e mulheres insatisfeitos com esta velha rotina religiosa.
Três destes materiais suportam o fogo e na verdade, após sua exposição ao fogo, saem até bem melhor do que entraram. Já outros três, não suportam o fogo e tornam-se em cinzas.
Alguns desses materiais são de fácil uso e a obra de rápida execução.
Em tudo que edificamos, Deus visa nosso aprimoramento, pois o que na verdade estamos edificando é uma morada para Ele.
Feno, madeira e palha são materiais que podem ser empregados em construções simples. São matérias bem mais baratas. Casas de pau-a-pique são facilmente levantadas, misturando-se barro ao feno para fazer as paredes, barro à palha para o telhado e madeira para as colunas. Tudo muito fácil e barato.
E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente. (Apocalipse 21:10,18-21)
Na cidade celestial, não encontraremos madeira, feno nem muito menos palha! Os fundamentos são de pedras preciosas, materiais que suportaram a pressão do fogo!
Mas por que muitos ainda tentam edificar o que é espiritual com coisas materiais? Edificar o eterno com materiais com curto prazo de vaidade? Assim é a vida daqueles que simplesmente “vão levando a vida” com Deus. Não tem coragem para investir algo de valor. Nunca pensaram em edificar com ouro, pois a palha lhes tem dado alguns resultados satisfatórios.
Observam-se então os frutos de uma geração inacreditavelmente indisposta. Crentes em Jesus indispostos a edificar algo de valor. Crentes medíocres, que vivem de aparência, que poderiam estar edificando um palácio para Deus, mas se contentam com casebres de madeira.
Seria este o modelo de vida que agrada a Deus? O que Deus pensa a respeito de toda esta indisposição humana? Com certeza este não é o estilo de vida que Deus planejou para nós.
Viver o evangelho é bem mais do que ter algumas experiências esporádicas e passar a maior parte da vida alienado ao que Deus realmente quer de sua vida, queimando somente “palha”, edificando somente com materiais baratos.
Mas se você quer viver um tempo no qual jamais sonhou, experimente colocar não palha, mas sim seu coração em chamas! Há um apelo no coração do Pai por homens e mulheres insatisfeitos com esta velha rotina religiosa.
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Nossa Missão: Atrair multidões onde, no contexto de células que se multiplicam anualmente, cada pessoa seja cuidada através do discipulado um a um.

